Author: Reynaldo (page 9 of 20)

Palestra no CEFET-RJ

A palestra no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ) contou com a participação dos jovens alunos e interação total em ambiente agradabilíssimo.
O foco são as gerações de formadores de opinião que já trabalham em projetos de defesa animal.
Após, fui visitar o gatinho Assis, que está em tratamento e conhecer as futuras instalações do gatil da instituição.
Agradeço a gentileza do convite e o carinho com que fui recebido.

Em 19/10/2018.

Animais na Faculdade Nacional de Direito

Hoje(14/11/2018) foi dia do Encontro Carioca de Direitos dos Animais – ECADIA – sempre lembrado pela UFRJ/Faculdade Nacional de Direito.
Na oportunidade palestrei sobre as inúmeras ações da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB-RJ.
Agradeço o convite aos professores Daniel Braga Lourenço e Fábio Oliveira.
Ressalto a atenção da turma. Muitos me procuraram posteriormente interessados em colaborar nesta luta.
A ideia principal é esta: novos formadores de opinião colaborando para as quebras de paradigmas.

Populações de animais caíram 60% em 44 anos

Relatório do WWF indica colapso do ecossistema da Amazônia.
Estudos realizados por economistas avaliam os “serviços devolvidos pela natureza” (água, energia, alimentos, polinização, estabilidade dos solos e etc) em US$1,25 trilhão anuais.
Pesquisas demonstram que a Floresta em pé vale mais que a terra desmatada.
Já está provado que o desmatamento impacta a sustentabilidade das empresas a longo prazo.
Portanto, ou tratamos o meio ambiente com respeito ou o prejuízo será gigantesco.

Veja o texto:

Alto índice de devastação da Amazônia pode fazer ecossistema chegar a ponto de ‘não retorno’, entrando em colapso

Relatório do WWF indica colapso do ecossistema da Amazônia.
Estudos realizados por economistas avaliam os “serviços devolvidos pela natureza” (água, energia, alimentos, polinização, estabilidade dos solos e etc) em US$1,25 trilhão anuais.
Pesquisas demonstram que a Floresta em pé vale mais que a terra desmatada.
Já está provado que o desmatamento impacta a sustentabilidade das empresas a longo prazo.
Portanto, ou tratamos o meio ambiente com respeito ou o prejuízo será gigantesco.

RIO — Alerta vermelho para o planeta: um novo relatório do WWF estima que as populações de peixes, aves, mamíferos, anfíbios e répteis diminuíram cerca de 60% entre 1970 e 2014. Nas regiões tropicais, como a América do Sul, a redução foi de 89%.
Coordenadora do núcleo de Ciências do WWF-Brasil, Mariana Napolitano atribui a devastação da fauna à sua superexploração e à perda de habitats, motivada principalmente pela agricultura.

— Temos 3.286 espécies no país, sendo que 785 estão criticamente em perigo, que é o pior estágio, e a maioria na Mata Atlântica, nosso bioma mais desmatado — ressalta. — Infelizmente, o governo federal não investe em modelos de desenvolvimento econômico que valorizam a floresta em pé, como explorar seu potencial para a indústria química e cosmética, ou então incentivar o ecoturismo.
A importância da natureza foi medida em cifras: estima-se que serviços como o fornecimento de ar fresco, água potável, alimentos e energia rendam cerca de US$ 125 trilhões por ano. Sua destruição, portanto, pode provocar também um dano financeiro inestimável.
Segundo o Relatório Planeta Vivo, lançado hoje em cem países, a Amazônia já perdeu 20% de sua área. Se o desmatamento ultrapassar a marca de 25%, o ecossistema chegará a um “ponto de não retorno” e pode entrar em colapso, deixando de ser uma floresta.
A análise adverte que os seres humanos já empurraram quatro fronteiras necessárias para assegurar uma “operação” normal do planeta, como o ataque à biosfera e as mudanças climáticas. Daí partem índices perigosos, como o fato de que, segundo as estatísticas, 90% das aves marinhas têm fragmentos de plástico no estômago — em 1960, eram apenas 5%. E, também, a perda de metade dos corais de águas rasas em apenas 30 anos.
NEM TUDO ESTÁ PERDIDO’
Diretor de Ciências da Sociedade Zoológica de Londres (ZSL), que forneceu um dos indicadores usados no relatório, Ken Norris reconhece que as estatísticas são “assustadoras”, mas diz que nem tudo está perdido:
— Temos a oportunidade de projetar um novo caminho que nos permita coexistir de forma sustentável com a natureza da qual dependemos.
Os autores do relatório propõem a criação de um “conjunto de ações coletivas, juntamente com um roteiro para metas, indicadores e métricas para reverter a perda da natureza”, que incluiria cenários para mudanças no uso da terra, na dieta e no trato a unidades de conservação.
A escolha da data para o lançamento do relatório foi estratégica. No início deste mês, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas divulgou uma lista de medidas que devem ser cumpridas para limitar o aquecimento do planeta em 1,5 grau Celsius em relação ao período pré-industrial. E daqui a algumas semanas serão realizadas a Conferência do Clima, na Polônia, e a Convenção de Diversidade Biológica, no Egito.
— Este é mais um passo para uma série de acordos globais que devem ser assinados em 2020, quando serão revistos os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio — afirma Mariana Napolitano, acrescentando que o momento político brasileiro influenciará a performance do país nas negociações e o modo como é visto pela comunidade internacional. — O presidente eleito Jair Bolsonaro deve reconhecer e manter as boas conquistas da área ambiental. Temos um dos maiores recursos de água doce e de biodiversidade. O que ocorre aqui, o modo como lidamos com as metas climáticas, repercute em todo o mundo.
O WWF-Brasil destaca que o país tem um papel decisivo na degradação ambiental, com mais de 60% de seu território coberto por vegetação natural, e também uma posição extremamente importante na produção de alimentos para o mundo. Estudos mostram que essa atividade pode crescer sem apelar para o desmatamento.

Fonte: Jornal O Globo  –  30/10/2018.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/populacoes-de-animais-cairam-60-em-44-anos-alerta-wwf-23197516

Lançamento do livro foi um sucesso

O lançamento foi um sucesso. Contou com grande público e superou as expectativas.
Os autores falaram sobre seus temas e interagiram com os leitores.
Ao final, o maravilhoso coquetel do Restaurante Dona Vegana.

Textos do release de lançamento:

Com coordenação geral do Presidente da CPDA, Reynaldo Velloso, e organização dos mestres Cristiane Dupret e Ulisses Pessoa, a obra conta com mais de 10 autores altamente renomados das mais diversas áreas, contendo variados artigos sobre o tema.

Com prefácios do Presidente da OAB/RJ, Felipe Santa Cruz, e do Presidente da Comissão de Prerrogativas, Luciano Bandeira, o livro torna-se referência nacional no âmbito do Direito Animal, apresentando novas concepções sobre os animais e estimulando os leitores a exercitarem novos conceitos.

O vídeo do evento pode ser assistido no meu canal do YouTube.

Em 17/10/2018.

ONU e Meio Ambiente

Nossa visita à sede da Organização das Nações Unidas, aqui em New York, foi uma experiência ímpar. Com 193 países membros, é uma organização formada por estados soberanos que debatem e procuram soluções para vários temas, como direitos humanos, desenvolvimento econômico e social, meio ambiente, espaço extraterrestre, mar, luta contra o terrorismo, etc.
Ao final, visitamos a livraria e o bazar com relíquias de todo o mundo. Lindíssimo.

Infelizmente a entidade ainda não possui um programa ou projeto específico para os animais. Mas na medida em que possui para o meio ambiente, auxilia na transformação.

Em 26/8/2016.

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