Embora 70% dos petropolitanos tenham votado pelo fim da tração animal na cidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acompanhando a morosidade de toda a justiça brasileira, ainda não homologou definitivamente os resultados da consulta popular.
Agora, com o recesso, a matéria somente será apreciada após 6/1/2019. Enquanto isso, os animais sofrem no calor intenso, com os ferros machucando a língua e os dentes, nas chuvas de pedras de granizo e proibidos de seus movimentos naturais, atrelados às charretes.
Minha convicção é de que independentemente do Plebiscito, o Prefeito Bernardo Rossi irá interromper a concessão em 31/12/2018 e acabar com os sofrimentos dos cavalos escravos, atendendo assim a vontade de 117 mil eleitores, que certamente se lembrarão desta situação e de suas atitudes daqui a dois anos. Eles serão muito gratos. Ou não.

Em 21/12/2018.