Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OABRJ propõe a Rio das Ostras criação de fundo

A Comissão de Proteção e Defesa dos Animais (CPDA) da OABRJ começou por Rio das Ostras o projeto de levar ao interior fluminense o incentivo à criação do Fundo Municipal de Proteção Animal, a exemplo da iniciativa pioneira da capital, que criou uma reserva (com base na Lei N° 6.143/2017) onde são depositadas multas judiciais e doações de empresas e pessoas físicas. Um comitê gestor, então, destina esses recursos a campanhas de castração, vacinação, adoção, entre outras ações. O presidente da CPDA, Reynaldo Velloso, atua como gestor do fundo carioca.

O presidente da CPDA, Reynaldo Velloso, e o secretário-geral, Daniel Leal, estiveram na cidade da Região dos Lagos na sexta-feira, dia 12, e no sábado, 13, para um simpósio sobre bem-estar, proteção animal e combate aos maus-tratos organizada pelas ONGs Adote Rio das Ostras e Patinhas Alegres Rio das Ostras, com presença de políticos, lideranças da advocacia e militantes da causa para apresentar a ideia do fundo.

O deputado federal presidente da Frente Parlamentar de Direito dos Animais na Câmara dos Deputados, Ricardo Izar (Republicanos/SP); o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Rio de Janeiro, Marcelo Queiroz; o responsável pela mesma pasta na estrutura municipal de Rio das Ostras, Nestor Prado; o presidente da Câmara dos Vereadores local, Maurício Braga, a coordenadora do Programa de Saúde Animal de Rio das Ostras, Katelin Mendes, e o biólogo Frank Alarcón, que luta contra o uso de animais como cobaias em pesquisas científicas foram algumas das presenças.

De acordo com Velloso, que visitou a sede da Ordem na cidade, a proposta foi acolhida com vivacidade pelas lideranças políticas locais. “Esperamos que Rio das Ostras sirva de projeto piloto para outros municípios”.

“A CPDA da Seccional dará todo o suporte técnico às cidades que desejarem implementar esse fundo. A ideia é trabalharmos em parceria com as subseções. Quanto menos animais abandonados e doentes nos municípios, menos chances de zoonoses e menos sobrecarga sobre o sistema de saúde local. Estabelecer fontes de custeio da atuação em prol da defesa dos animais é também uma questão de saúde pública”, defende o presidente da comissão.

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