Eutanásia por definição é o ato intencional de proporcionar uma morte INDOLOR em um ser vivo para aliviar o sofrimento causado por doença incurável.
Até compreendo que realizar a eutanásia, principalmente em situações extremas, é uma decisão difícil para os médicos-veterinários, que escolheram a profissão por amor aos animais. Registro aqui os meus respeitos a estes profissionais.
Entendo que até por isso devemos debater outras opções.
Nesta sexta-feira (15/12/2023) estive no Plenário do Senado, em Brasília, na Solenidade de Posse do Conselho Federal de Medicina Veterinária e também nas comemorações de 90 anos da Regulamentação da Medicina Veterinária no Brasil.
Estou conversando muito e articulando o fim do Tiro como opção de Eutanásia.
No caso de Brumadinho, por exemplo, os argumentos de que os animais estavam em um lugar sem condições de segurança para serem içados, presos em uma área de risco aos socorristas, debilitados, desidratados e em sofrimento e sem possibilidade de acesso para intervenção de outra técnica de eutanásia, não procede. Na época questionei a possibilidade de especialistas descerem por corda do helicóptero e em caso de total impossibilidade do resgate, aplicar INJEÇÃO.
Se fossem animais humanos, quais seriam os procedimentos?
- Plenário do Senado
- Dr.Diogo Alves (Presidente do CRMV/RJ), Dr.Julio Fernandes (Vice-Presidente do CRMV/RJ) e Dra. Larissa Paciello (Presidente da Comissão de Direito Médico Veterinário da OAB-RJ)
- Dr.Cícero Pitombo(ex-Pes. do CRMV/RJ) e Dr. Rômulo Spinelli(Vice Presidente do CFMV)
- No Plenário do Senado
- Dr. André Ciqueira(Coord. Jurídico do CRMV/RJ) e Dra. Larissa Paciello(Presidente da Comissão de Direito Médico Veterinário da OAB/RJ)
- Dr.Ana Elisa Fernandes ( Presidente do CFMV)
- Brumadinho nunca mais
- Tido como método de eutanásia
- Tiro como eutanásia











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