Ato foi um sucesso: Grupo Cachorreiros do Leblon, Comissão de Proteção e Defesa dos Animais/OAB-RJ, Associação de Proprietários de Prédios do Leblon e Associação dos Moradores e Amigos da Selva de Pedra estarão juntos nesta luta.
O texto:
O Grupo Cachorreiros do Leblon e a Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB do RJ realizaram hoje (10) na Praça Claudio Coutinho, no Leblon, o”Ato pelo ParCão do Leblon”.
O evento contou com campanha de doação de animais, orientação jurídica, orientação veterinária e participação de várias empresas de diferentes segmentos animais, como rações, remédios, coleiras e veterinários. Muitos produtos foram distribuídos gratuitamente para os presentes. Cerca de 250 pessoas circularam pelo local durante o evento.
Criado em março de 2013, o espaço na praça Claudio Coutinho era devidamente cercado e destinado ao exercício, brincadeiras e socialização dos cães da região e utilizado com regras de segurança.
Segundo Sandra Greenhalgh, do grupo Cachorreiros do Leblon, o espaço proporcionava um convívio agradável e harmônico para a vizinhança e agora a área virou uma concentração de viciados e desocupados.
Para Denise Corrêa, , presidente da Associação dos Moradores e Amigos da Selva de Pedra (ADESPE) , o fechamento e a retirada das grades limítrofes, em 2014, foi arbitrário e a coleta de assinaturas foi feita por pessoas que não moravam na região.
Agora, os cães não tem outra área para os exercícios e lazer e são obrigados a passear nas coleiras ao invés de frequentarem o espaço livre.
A Associação assinou um termo de Regras e Compromissos para o local com a OAB e acredita que conseguirá reabrir o espaço. A Comissão por sua vez, promoverá as articulações com o Poder Público para o alcance dos objetivos.
Reynaldo Velloso, presidente da CPDA/OAB, foi taxativo:” Com a interdição do ParCão, localizado na praça Claudio Coutinho, estão acontecendo ataques de cães na Praça ao lado, a Milton Campos.
Sem limítrofes para preservar a segurança, o problema tende a aumentar. São cerca de 40 prédios e aproximadamente 13 mil moradores. Iremos , juntamente com a ADESPE, cobrar a solução para este problema. Os animais necessitam de socialização, a população de confraternização e o poder público de conscientização para a reimplantação do espaço”.
Na próxima semana será redigido um documento com apoio da OAB e promovido um encontro com a administração municipal, quando será solicitado a suspensão da interdição do Parcão para que volte a funcionar na Praça Claudio Coutinho.
Fonte: Portal Fauna e Flora – 10/4/2016.
Disponível em: http://mundofaunaflora.blogspot.com.br/2016/04/galera-se-une-para-revitalizar-o-parcao.html
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