Cientistas de várias universidades norte-americanas e europeias alcançaram “o monte Everest da biologia sintética”, como dizem os editores da Science: o primeiro cromossomo eucariótico fabricado em laboratório. Trata-se de um cromossomo de levedura, o fungo usado na fabricação de cerveja, pão, biocombustível e em metade das pesquisas sobre organismos eucariontes, como nós. A capacidade de introduzir um cromossomo sintético nesse organismo permitirá melhorar todos os itens anteriores: fabricar biocombustíveis mais sustentáveis para o ambiente ou desenvolver novos antibióticos.
Uma das aplicações é o aprimoramento da produção de remédios como a artemisina, para a malária, ou a vacina contra hepatite B. Como a maioria dos antibióticos vem de fungos, e a levedura é um deles, é possível prever avanços na fabricação desses medicamentos.
Nem falam em animais.

Fonte: El País – Madri.

Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2014/03/27/sociedad/1395944376_149099.html

Em 29/3/2014.