Conhecido popularmente como cassaco, timbu, saruê e sariguê, o gambá foi tema de um evento realizamos na quarta-feira, dia 13/4/2022, no Plenário Evandro Lins e Silva, na sede da OABRJ, que discutiu medidas de proteção e defesa destes animais, constantemente atacados pela população em todo o país.

Contamos com as participações do Diretor do Instituto Brasileiro de Conservação da Natureza (Ibracon) José Truda; do Diretor de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável da OABRJ, Leandro Mello Frota; da resgatista Iluska Magalhães, e do Superintendente regional do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Daniel Charliton Rodrigues, e de seu substituto, Adilson Pinto Gil.

Os gambás são protegidos por lei, como toda a nossa fauna, são animais inofensivos, e são extremamente úteis às pessoas. Infelizmente, porém, não são reconhecidos dessa forma. Os gambás são sinantrópicos, eles vivem entre as pessoas. A maioria dos gambás está nas cidades, vivendo em contato com as pessoas, no espaço urbano. As pessoas costumam acreditar que eles são parentes dos ratos, mas eles são marsupiais, como os cangurus e os coalas. Eles são grandes consumidores de animais nocivos como escorpiões, cobras venenosas e carrapatos. São grandes auxiliares da Saúde Pública”.

O que fazer com os resgatados e impossibilitados de retornar ao habitat natural? Queremos uma Resolução do IBAMA e do INEA que permita aos tutores cuidarem dos gambás incluídos nestas situações.