O mercado de peles causou a morte de 23,3 milhões de animais na região da Amazônia, entre 1904 e 1969, segundo pesquisas.
Até este absurdo ser proibido no país, em 1967, movimentou cerca de US$500 Milhões. Foi mais uma “tradição de conveniência” que terminou. E a vida seguiu seu rumo. Os Costumes mudam, a Sociedade muda, o Direito muda. É preciso adaptar-se aos novos tempos. Respeitemos a vida.

O texto:

O mercado de peles causou a morte de 23,3 milhões de animais na região da Amazônia, entre 1904 e 1969.

A conclusão é de um estudo coordenado pelo especialista em fauna André Antunes, feito por meio de uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e a Universidade de Auckland, na Nova Zelândia.

A pesquisa mostra que, embora a caça tenha deixado impactos profundos na floresta, os dados sobre a atividade, que foi proibida pelo Brasil em 1967, apontam caminhos para a restauração da fauna silvestre. Para isso, no entanto, é fundamental acabar com o desmatamento.

Em seu auge, nas décadas de 1930 e 1960, esse mercado movimentou US$ 500 milhões (valores atualizados). Entre as espécies mais comercializadas estavam a onça-pintada, o maracajá-açu, a ariranha, a lontra e a capivara.

Fonte: Portal Fauna e Flora  –  10/6/2017.

Disponível em: http://mundofaunaflora.blogspot.com/2017/06/mercado-de-peles-caca-mais-de-20.html